A diretora regional do Sesc, Excelsa Machado, participou na manhã de hoje, 23/07, da primeira reunião de implantação da rede de apoio a equipe de professores, estagiários e voluntários do Projeto Caravana da Esperança. O objetivo é criar um espaço para que os profissionais compartilhem os problemas imediatos, coletivos e individuais que surgem no dia a dia do trabalho realizado nas comunidades.
O Projeto Caravana da Esperança é uma ação de responsabilidade social iniciado o ano passado pelo Sesc nas comunidades de baixa renda, a exemplo do Coqueiral (Centro Social Santa Terezinha), Mosqueiro (Salão Paroquial da Igreja Católica), Cirurgia (Associação Cultural Pentecostes), Grageru (Casa Paroquial) e a Comunidade Santa Maria (Care).
A partir das demandas identificadas nesses espaços sociais são programadas atividades sistemáticas que possibilitam a vivência de ações em educação para saúde, através de campanhas, palestras e oficinas, recreação com brincadeiras e jogos, oficinas de arte, pintura, teatro, musicalização e leitura; bem como oficinas de trabalhos manuais, de orientação social, alfabetização e habilidades de estudo.
Segundo a psicóloga Taís Hagenbeck, uma das orientadoras do grupo, a idéia é formar uma rede de informações onde a equipe possa trocar experiências, dividirem suas necessidades, dúvidas e angustias diante do processo ensino aprendizagem. “Entendemos que o trabalho irá transcender a ação do professor em sala de aula, visto que ele irá tratar de problemas da comunidade e convívio social que interferem no desenvolvimento físico, mental do educando. Por isso teremos que realizar um trabalho onde todos se sintam acolhidos, protegidos, respeitados e valorizados”, disse a psicóloga.
De acordo com a diretora regional do Sesc, Excelsa Machado, o grupo se reunirá mensalmente na Unidade Centro e em cada encontro do grupo serão analisadas as questões apresentadas, enfatizando as necessidades mais urgentes em busca de estratégias que venham a colaborar na orientação e solução de problemas relativos à prática pedagógica. “Através da troca de experiências e da compreensão mutua, o grupo propõe maneiras de intervenção adequadas às dificuldades apontadas”, disse a diretora, informando, que nessa primeira reunião a equipe já apresentou sugestões que envolvem o acompanhamento da família e a especial atenção às crianças com dificuldades de aprendizado, concentração e socialização.
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